Cristiano Severino do Vale*
Trabalho há mais de cinco anos formando profissionais para o mercado de trabalho em Pitangui e sei que boa parte da população local é limitada em relação aos estudos. Ao terminar o ensino médio, é comum começar um curso profissionalizante ou técnico. Mas, quando o pitanguiense busca por um curso superior, infelizmente precisa sair da cidade. É triste ver a quantidade de estudantes que precisam encarar duas, até mesmo três horas de viagem, correndo riscos em estradas perigosas, em busca do futuro promissor.
Muitos desses alunos trabalham o dia todo. Quando terminam o expediente profissional, precisam correr a mil por hora para não perder a condução para a faculdade. Nestes ônibus e vans que fazem o transporte, costuma não haver conforto. Por causa de chuvas ou imprevistos na pista, chegam atrasados às aulas. Às vezes, perdem o dia letivo. Sofrimento que não precisariam ter.
Estamos caminhando rumo aos 300 anos da cidade. Como seria bom se, para comemorar tão importante data, fosse inaugurada a primeira faculdade da sétima vila, que poderia acolher, também, estudantes das vizinhas Conceição do Pará, Onça de Pitangui, Papagaios, Martinho Campos, Pompéu, entre outras, sem esquecer os povoados rurais.
Estamos caminhando rumo aos 300 anos da cidade. Como seria bom se, para comemorar tão importante data, fosse inaugurada a primeira faculdade da sétima vila, que poderia acolher, também, estudantes das vizinhas Conceição do Pará, Onça de Pitangui, Papagaios, Martinho Campos, Pompéu, entre outras, sem esquecer os povoados rurais.
Faculdade em Pitangui privilegiaria quem ainda não iniciou graduação porque trabalha até as 18h, ou mais. Tenho esperança que ainda chegaremos lá, pois a população merece.
(*) É diretor da Escola de Informática Pitangui.
(*) É diretor da Escola de Informática Pitangui.
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