“Dia 17 de julho, por volta de 2h da madrugada, meu pai sentia fortes dores nas costas e eu, por teimosia, levei-o ao serviço de urgência da Santa Casa de Misericórdia de Pitangui. O médico plantonista (com sotaque boliviano) parecia ter acabado de acordar e quase dormia durante o atendimento. Fiquei muito preocupado, pois aquelas dores poderiam ser sintoma de um infarto.
Mas o tal médico sequer o examinou. Não aferiu pressão, nem batimentos cardíacos, muito menos fez perguntas que pudessem esclarecer a possibilidade de algum problema cardiovascular. Apenas receitou Voltaren e encaminhou meu pai à enfermaria. Em seguida, retornou à sua sala de repouso rentável.
Fica o desabafo aos médicos plantonistas, especialmente os que atendem à noite e na madrugada. Falência no conhecimento da profissão ou simplesmente preguiça endêmica no comprometimento com a qualidade? Infelizmente, a medicina no Brasil é mercantilista e alimentada pelos lucrativos planos de saúde. Em nosso país capitalista, o mais importante é o preço, e não o valor”. (Welliton Fonseca, professor)
Resposta
Procurada pela reportagem, a Santa Casa não quis comentar a reclamação do leitor.
Resposta
Procurada pela reportagem, a Santa Casa não quis comentar a reclamação do leitor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Ao comentar, tome cuidado para não ofender outros leitores. Comentários que contenham ameaças ou grosserias poderão ser excluídos.