OI - As manifestações populares que tomaram conta das ruas do Brasil também chegaram a Pitangui. No dia 22 de junho, centenas de pessoas (cerca de 300, segundo a Polícia Militar) se encontraram na praça Plínio Malachias e saíram pelas vias da cidade, clamando por melhorias para a população.
Melhorias para o setor de segurança, no atendimento da Santa Casa, transparência no uso do dinheiro público, reimplantação do transporte coletivo, melhores salários para os professores, entre outras reivindicações, marcaram os objetivos do protesto.
A passeata, que contou com a participação de várias faixas etárias, sendo a maioria estudantes, saiu da praça Plínio Malachias, subiu pelas ruas Coronel José Saldanha e do Pilar, até a Câmara Municipal. De lá, chegou ao Fórum e, em seguida, voltou à Câmara, de onde seguiu até o prédio da Prefeitura e foi recebida pelo primeiro escalão do secretariado municipal, que informou à coordenação do movimento que o prefeito, Marcílio Valadares não pôde comparecer porque estava em Brasília.
A passeata, que contou com a participação de várias faixas etárias, sendo a maioria estudantes, saiu da praça Plínio Malachias, subiu pelas ruas Coronel José Saldanha e do Pilar, até a Câmara Municipal. De lá, chegou ao Fórum e, em seguida, voltou à Câmara, de onde seguiu até o prédio da Prefeitura e foi recebida pelo primeiro escalão do secretariado municipal, que informou à coordenação do movimento que o prefeito, Marcílio Valadares não pôde comparecer porque estava em Brasília.
Um dos coordenadores do protesto, Luiz Felipe, lembrou a importância do evento e agradeceu a todos que participaram da movimentação, direta ou indiretamente. "É importante ressaltar que o evento não se tratou apenas de um simples encontro de pessoas, com o intuito de dizer que também aconteceram manifestações em Pitangui, e sim para mostrar que realmente estamos de olhos abertos no comportamento dos responsáveis pelo desenvolvimento da cidade daqui para a frente", disse.
Essa primeira manifestação terminou na terça-feira (25/6), quando os representantes do movimento entregaram aos vereadores um manifesto contendo o que consideraram ser as providências necessárias para o desenvolvimento do município, em que a população será a principal privilegiada. Resta saber o efeito.
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