OI - O “Caminhando com a História” foi criado há dez anos, com o objetivo de conduzir o público por pontos turísticos da cidade, dando informações por meio de faixas, cartazes, da encenação de fatos históricos e sociais e a demonstração de mudanças culturais ocorridas no quarto município de Minas Gerais e sétima vila do ouro do estado.
A primeira edição aconteceu em 20 de abril de 2003. A concentração foi às 8h, na praça da igreja de São Francisco. De lá, o público saiu em direção ao sobrado Tangará, Chafariz, túmulo de padre Belchior, museu histórico, aos casarões do jardim, sobrado de padre Belchior, à casa de Borba Gato, Mina da Lavagem, estrada real, igreja da Penha e casa de Antônio Rodrigues Velho (o Velho da Taipa). A realização foi trabalho do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural, com apoio da Divisão Municipal de Cultura.
Conforme este INDEPENDENTE registrou em sua edição nº 275, de março daquele ano, o “Caminhando com a História” foi idealizado pelo empresário José Raimundo Machado, com roteiro elaborado pela professora Maria José Valério (Zezé), sob coordenação do Conselho Municipal de Cultura, da Sociedade dos Amigos de Pitangui e Diretoria Municipal de Cultura. A ideia era despertar o pitanguiense para que ele participasse e divulgasse a história da cidade. “Precisamos colocar Pitangui em seu devido lugar. Mas, para isso, é necessário que todos os segmentos da sociedade participem e divulguem o projeto. Não será fácil, mas será possível executar”, disse, à época, José Raimundo Machado.
Tão possível foi, que outras duas edições foram feitas. A segunda recebeu o nome de “Caminhando e Contando a História de Pitangui em Prosa e Verso” e também teve a assinatura de Maria José Valério. Aconteceu em 12 de maio de 2007, a partir das 5h, com alvorada executada em vários pontos da cidade, pela banda Lira Musical Viriato Bahia Mascarenhas. O trajeto incluiu as capelas de São José, Bom Jesus, o museu, o jardim público, as casas de José Luiz Lopes, de Plínio Malachias, o solar de padre Belchior, casas do doutor Dito, de Borba Gato, Mina da Lavagem e antiga estação ferroviária.
A terceira edição, em julho último, não teve o mesmo sucesso que as duas anteriores. “Este evento nasceu para ser um fato jornalístico capaz de atrair os olhares dos cidadãos locais e de jornalistas de outros lugares. Quando isso acontece, o nome da cidade surge estampado nos principais jornais, sites e é falado nas rádios e nas televisões como uma cidade que valoriza sua importância histórica”, comentou José Raimundo Machado.
Conforme este INDEPENDENTE registrou em sua edição nº 275, de março daquele ano, o “Caminhando com a História” foi idealizado pelo empresário José Raimundo Machado, com roteiro elaborado pela professora Maria José Valério (Zezé), sob coordenação do Conselho Municipal de Cultura, da Sociedade dos Amigos de Pitangui e Diretoria Municipal de Cultura. A ideia era despertar o pitanguiense para que ele participasse e divulgasse a história da cidade. “Precisamos colocar Pitangui em seu devido lugar. Mas, para isso, é necessário que todos os segmentos da sociedade participem e divulguem o projeto. Não será fácil, mas será possível executar”, disse, à época, José Raimundo Machado.
Tão possível foi, que outras duas edições foram feitas. A segunda recebeu o nome de “Caminhando e Contando a História de Pitangui em Prosa e Verso” e também teve a assinatura de Maria José Valério. Aconteceu em 12 de maio de 2007, a partir das 5h, com alvorada executada em vários pontos da cidade, pela banda Lira Musical Viriato Bahia Mascarenhas. O trajeto incluiu as capelas de São José, Bom Jesus, o museu, o jardim público, as casas de José Luiz Lopes, de Plínio Malachias, o solar de padre Belchior, casas do doutor Dito, de Borba Gato, Mina da Lavagem e antiga estação ferroviária.
A terceira edição, em julho último, não teve o mesmo sucesso que as duas anteriores. “Este evento nasceu para ser um fato jornalístico capaz de atrair os olhares dos cidadãos locais e de jornalistas de outros lugares. Quando isso acontece, o nome da cidade surge estampado nos principais jornais, sites e é falado nas rádios e nas televisões como uma cidade que valoriza sua importância histórica”, comentou José Raimundo Machado.
Reportagem originalmente publicada na edição nº 384, de agosto de 2013.

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ResponderExcluirNa minha o opinião, O Independente é o veículo de comunicação de maior credibilidade na cidade e o Caminhando com a História é louvável e merece destaque!!! Por isso mesmo cabe um maior aprofundamento da matéria, como: captar a opinão de outros participantes do evento deste e ou de outros anos, como o Vandeir Santos, o Barrica, os visitantes, etc, para obter outras percepções; buscar identificar as causas do referido pouco sucesso deste ano (faltou divulgação?, ou apoio?, ou envolvimento?); registrar sugestõs de melhorias para as próximas edições. Por falar nisso, penso que todo evento (oficial ou não) que venha a ocorrer em Pitangui deva ser contextualizado no advento dos 300 anos em 2015, para dar unidade e sequência. Gerar notícia e colocar Pitangui na mídia é extremamente importante para a cidade, porém, é importnate que a mudança ocorra de dentro para fora. Ou seja, o pitanguiense precisa ser sensibilizado e mobilizado a valorizar a sua terra e a ser mais participativo (estimulado a ter mais envolvimento). E do ponto de vista turístico, antes de ser boa para o turista, a cidade precisa ser boa para o morador. Fica aqui a minha análise como leitor assíduo do O Independente e como participante das causas de Pitangui.
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